Pocket conto: Em uma noite qualquer

by 11/30/2012 2 comentários

- Não, não sou eu. Enfatizou.
- Você tem certeza? Ele perguntou com ironia.
- Tenho, não sou eu. Ela respondeu confiante.
- Estou olhando para você e vejo você. (Ele)
- Não, você não está olhando para mim. (Ela)
- Não? (Ele)
- Não. (Ela)
- Então para quem estou olhando? (Ele)
Logo após uma profunda respiração:
- Para alguém que acredito que seja eu. (Ela)

SS Martinelli

S²FM

Pela janela olhei, tulipas não encontrei. Pensei, Filosofei, Bloguei.