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 Mistura

sol, areia, lua, flores

cada um

     todos em um

Vibrando nas nuances

Respirando bravamente pelos instantes

      na Ação sublime de estar presente

e viver no plenamente.




 Do que temos Medo?

O fim não será o começo?

Abro a vida,

Abro o sorriso,

Abro a consciência.

A existência

graça Plena!.




 Alegria

algo leve

que carrega 

toda a alma.





Quando você pensa no amor,

os olhos fecham

o coração abre

toda a magnitude do universo 

no único verso 

Tum tum




 Por hoje, vamos todos nos unir em um só pensamento, o vírus ainda está aí. 



O tempo, quando letrado na síntese,
 Está fadado a viver Interrompido.

Nos olhos
a insatifação conclui
a dor que sente o peito
É você ar rarefeito
a ti,
Atiro o dedo
e
no passar do tempo
manifesta-se o verdadeiro suspeito.


Não venha correndo
já estou desaparecendo.
Sua melhor opção é respirar e
deixar o todo
passar.
Seu incosciente
Sua intuição
Contêm as respostas.
Esqueça a busca, então.
Seja a semente,
e aceite o sopro divino
este sim
levará para terras férteis.


Não percebia o quanto meus pés estavam surrados, até ser supreendida pelas águas tuas.

Sabe,
na verdade
o medo não paraliza,
ele da vida, para o nada
desliza.





Quando o universo completar essa volta
e tudo estiver de ponta cabeça,
saberemos qual será o novo caminho
 Até lá,
sofrimento

O amor que sinto
não aparece assim
em qualquer assunto
é preciso primeiro
ser o mergulho
para depois entender
sobre a profundidade do mar.


Se você soubesse como meus olhos salgados desejam o seu abraço espremido, jamais estaria sozinho no mundo.

- Que as águas do meu corpo, preencham a forma do seu amor.


Deixei o sol entrar.
Há tempos que havia dele, esquecido.
Como é querido quando tudo mais perde o sentido.
Foi sua fortaleza que despertou meu auto amor.

Você
Pode mudar tudo ou não mudar nada
Pode regar ou deixar secar
Pode olhar ou ignorar
Pode amar ou odiar
Pode ser você ou agradar alguém 



Hoje não choveu
nada aborreceu
e ainda assim
parte de mim
pereceu.

O amor vem como ninguém
Assobiando canções
cessando sansões
Desnudando o espírito
Obstruindo o egoísmo
Isso
quando verídico
O amor vem como ninguém


Começou com um sorriso torto
Um olhar perdido
E rosto sem saber direito, desconcerto
A boca úmida afogava as palavras
No peito a aceleração fazia questão de ser notada
e de todo o resto o fôlego arrancava

Pífia
Sem carisma
Uma uva sem fruta
A vida na ponta da concha
prestes a ser surripiada feito pérola prateada

Desabei
Chorei
Acordei.


Ele não veio com a cabeça feita
suas linhas estavam pontilhadas
na espera da meada nada perfeita
e de suas melhores gargalhadas.