O nó da metamorfose

by 9/06/2013 0 comentários
Felicidade na janela nem quando anoitece,
desaparece.
A vontade de te ver é tão grande
que a saudade não adormece.
Que desprendimento insano é o entendimento
de que não estamos a ermo. 
É o sonho afirmando sua realidade.
O que querer senão querer?
Desatar o nó, tarefa inevitável
para quem anseia laçar o mundo
e viver cantarolando!

SS Martinelli

S²FM

Pela janela olhei, tulipas não encontrei. Pensei, Filosofei, Bloguei.